
A
implantação do Centro Integrado é o retrato deste momento de parceria que
estamos vivendo, com Governo do Estado, prefeituras e Alerj, além do governo
federal, trabalhando juntos. Este investimento vai permitir que, através do
monitoramento, tenhamos resultados efetivos e inteligentes na segurança
pública, reduzindo os índices de criminalidade sem colocar em risco a vida dos
policiais. A Baixada Fluminense é um dos celeiros de crescimento do nosso
Estado, um importante hub de logística. Com as informações do CICC vamos trazer
segurança e isto vai gerar investimentos, novas empresas na região e emprego e
renda para a população. Além disso, vamos ter melhorias na mobilidade urbana e
na prevenção de catástrofes, por exemplo", disse o governador em exercício Cláudio
Castro.
O CISPBAF, criado por iniciativa da prefeitura de Caxias, já agrega os
seguintes municípios (alguns até de outras regiões do estado): Angra dos Reis,
Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé,
Mangaratiba, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São
Gonçalo, São João de Meriti e Seropédica. Em um só local será possível ter
representantes das polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária, além de
defesa civil e guardas municipais. No local será possível entrar em contato
rapidamente com as autoridades das cidades e do estado para auxiliar no
processo de tomada de decisão. A população também terá a oportunidade de
receber informações mais rapidamente sobre trânsito, pontos de alagamento e
qualquer atividade que interfira em sua rotina.

O Centro Integrado vai ser o cérebro para o fornecimento de imagens que vão
ajudar a melhorar os índices de segurança. Isso é fundamental para atrair
empresas e dar continuidade na vocação logística da Baixada Fluminense",
afirmou o prefeito de Duque de Caxias e presidente do CISPBAF, Washington Reis.
Dados de Segurança na Baixada
Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), a Baixada Fluminense
registrou queda de 20% nos homicídios dolosos em 2020 na comparação com o ano
anterior. As mortes por intervenção de agente do Estado tiveram retração de
23%, o menor número desde 2017. O roubo de cargas manteve a curva descendente
que teve início em 2017. De acordo com estudo divulgado pelo ISP em outubro,
que cruzou dados dos usuários do Google com os registros de ocorrência da
Secretaria de Estado de Polícia Civil, essa queda dos roubos de carga não tem
correlação estatística com o isolamento social por conta do coronavírus.