No
último domingo (08), após 16 dias de competições, os
Jogos Olímpicos de Tóquio se encerraram. Além
de conquistas inéditas, a edição deste
ano também contou com outros momentos marcantes: Simone
Biles trazendo à tona a questão da saúde mental dos
atletas, Laurel Hubbard se tornando a primeira mulher transgênero competindo
em Jogos e até talentos mirins dominando a estreia do
pódio do skate. Aparentemente, a saudade
do espírito olímpico já bateu em muitos amantes do esporte e a
internet deu início a contagem regressiva para as Olimpíadas de
Paris, em 2024, com algumas pesquisas e trends interessantes.
Para se
despedir das competições (no estilo data-driven), a Decode, empresa
de client acquisition e consulting pertencente ao
grupo BTG Pactual, coletou diversos dados sobre o que os
usuários estão falando do passado e do futuro das Olimpíadas na
Web.
(Uma
breve pausa para dizer que...) Nós fizemos história!
Ao
total, o Brasil conquistou 21 medalhas nas Olimpíadas de Tóquio,
sendo sete delas de ouro, seis de prata e oito de bronze. O
recorde de medalhas levou o país ao 12º lugar no quadro de
classificação da edição, a melhor marca do país em competições
olímpicas. E as notícias boas não param por aí! Nossos campeões olímpicos
trouxeram medalhas inéditas para casa:
Ana
Marcela Cunha – Se tornou a primeira mulher brasileira a ganhar ouro na
natação.
Rebeca
Andrade – A revelação da ginástica artística que ganhou 2
medalhas, uma de ouro e outra de prata.
Ítalo
Ferreira – Na estreia do Surf como esporte olímpico, conquistou o primeiro
ouro brasileiro da edição.
Rayssa Leal –
Aos 13 anos e na estreia do skate na competição, a fadinha levou
medalha de prata.
Kelvin Hoefler – O
skatista se tornou medalhista de prata.
Pedro
Barros – Também levou medalha de prata no skate na
modalidade park.
Das
manobras radicais para o jogo de cintura
Assim
como acontece em todas as edições de Jogos, as novas modalidades olímpicas
sempre dão o que falar! Tóquio 2020 ficará marcada por trazer
cinco novos esportes: surf, skate, karatê, escalada esportiva e
beisebol/softbol.
Acompanhar
as competições realmente traz muitos sentimentos à
tona e um deles é a curiosidade. Ainda segundo a coleta de
dados realizada pela Decode, através do Google Trends, a
média de volume de buscas por alguns produtos relacionados aos novos
esportes olímpicos cresceu após o início da edição desse ano. Artigos de
skate, por exemplo, cresceram 229% no volume de buscas, enquanto
artigos de surf cresceram 15%.
As novas modalidades não
foram as únicas a entrarem em pauta na internet recentemente, graças a uma
das novas apostas do Comitê Olímpico para 2024:
o Breaking. Conhecido também como Break Dance, esse estilo
de dança surgiu nos anos de 1970 em Nova Iorque
(EUA) e chegou no Brasil nos anos de 1980. A repercussão
da notícia gerou um aumento de 400% no volume de
buscas por Breakdance no Google, nos últimos sete dias.
Enquanto isso, no Facebook, os usuários aparentam não terem
gostado muito da ideia:
68%
desaprovam ou ironizam a entrada da dança nas modalidades
32%
dos usuários aprovam a entrada da dança nas modalidades
Dos
que desaprovaram:
42% preferiam
futsal
18%
preferiam jiu jitsu
Próxima
parada: Paris!
Os Jardins
do Trocadéro de Paris, junto à Torre Eiffel, sempre foram
um dos locais favoritos dos turistas. Porém, durante as Olimpíadas de
Tóquio, eles atraíram novos visitantes: fãs de esporte. Durante todos
os dias de competições, alguns parisienses e turistas se
juntaram para assistirem seus atletas competirem em uma tela gigante. O
ápice das reuniões constantes se deu no dia 08 de agosto, quando Anne
Hidalgo, prefeita da capital francesa, recebeu a bandeira olímpica durante a
cerimônia de encerramento de Tóquio 2020.
Mal
tivemos tempo de dizer adeus à Tóquio e os internautas já estão de olho
nas próximas Olimpíadas: na última semana, houve um aumento de
2.200% no volume de buscas do Google sobre as Olimpíadas de 2024 e
Paris, como a próxima sede olímpica, experienciou um aumento de 3.200% no mesmo
período. Além disto, o destino favorito da “cidade luz”, a Torre Eiffel,
obteve um aumento de 550% no volume de buscas, também na última
semana.
No
país Facebook, o sentimento cômico prevalece entre os usuários quando o assunto
é Paris 2024:
1%
dos usuários demonstraram raiva sobre o assunto
1%
dos usuários demonstraram surpresa perante o assunto
2%
dos usuários demonstraram tristeza pelo assunto
23%
dos usuários demonstraram amor pelo assunto
73%
dos usuários satirizaram o assunto
O
motivo das gargalhadas digitais, se deve, principalmente, pelo
logo escolhido para as próximas competições. A ideia é que a ilustração
represente uma medalha, a tocha olímpica e “Marianne” (uma persona
francesa), porém os brasileiros já conseguiriam tirar alguns bons
memes daí!
Além
de dança e das piadas, as Olimpíadas de Paris aguardam
ansiosamente por um cenário positivo em relação ao COVID-19. O esperado é
que daqui a três anos a pandemia esteja controlada e o público possa
acompanhar os Jogos de perto!
A
Decode, empresa de client acquisition e consulting analytics pertencente ao
grupo BTG Pactual, foi criada em fevereiro de 2019 e atualmente com mais de 100
colaboradores. Voltada para o mercado B2B, sua maior frente é a de aquisição de
clientes, trabalhando com empresas como Banco Pan, BTG+, BTG Digital, Embracon,
OdontoCompany, entre outros, e, também, oferece tecnologia para apurar
tendências de mercado e desenvolver produtos e serviços de excelência para
melhor experiência das pessoas, além de estudos para compreender fenômenos
sociais e o comportamento do consumidor.