Não por acaso a Rússia esperou este dia para invadir a Ucrânia. Putin fez uma boa leitura do momento, onde a liderança de Biden é questionada, assim como a do Primeiro-Ministro do Reino Unido, Boris Johnson. Soma-se a isto a saída da ex-chanceler da Alemanha Angela Merkel e a incapacidade da ONU em intervir nas questões de conflitos envolvendo países como a Rússia, que tem lugar efetivo no Conselho de Segurança, com poder de veto.
Enquanto a Rússia iniciava seus primeiros ataques à Ucrânia, o discurso continuava na ONU e pouco se fazia, para desespero de Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia. Bombardeios começaram nesta quarta-feira (23), por volta das 11 da noite – horário de Brasília. Segundo autoridades ucranianas, foram mais de 200 ataques.
O que se sabe até agora:
- O Exército ucraniano enfrenta invasores russos que ataca por terra, mar e ar
- Mísseis russos atingiram alvos ucranianos; Kiev relata tropas nas fronteiras com a Rússia e Belarus
- Putin, da Rússia, afirma que seu objetivo é o de desmilitarizar a Ucrânia
- Zelensky, da Ucrânia, alerta para uma nova Cortina de Ferro e pede ajuda ao Ocidente
- Biden, dos EUA, se reuniu com o G7 e concordou em avançar com sanções "devastadoras" contra a Rússia
- A Otan anunciou reforço nas tropas do seu braço leste, mais próximo à Ucrânia
- A União Europeia deve apresentar mais medidas contra Moscou
- A usina nuclear de Chernobyl foi capturada pelas forças russas; Militares russos dominam aeroporto perto de Kiev
- Kiev impôs toque de recolher
Foto
Manchete: Mulher fica ferida após ataque aéreo danificar um complexo de
apartamentos na cidade de Chuhuiv, Ucrânia, nesta quinta-feira (24) - Crédito:
Wolfgang Schwan/Anadolu Agency/Anadolu Agency via AFP
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