
Na
mesa, Castro também destacou que os contratos com as concessionárias Iguá,
Águas do Rio e Rio+Saneamento ainda destinam cerca de R$ 6 bilhões para a
recuperação do meio ambiente. São R$ 2,5 bilhões na Bacia do Rio Guandu, R$ 2,6
bilhões para a despoluição da Baía de Guanabara e R$ 250 milhões para a
revitalização do Complexo Lagunar da Barra da Tijuca.
Investimentos na Cedae
Segundo o presidente da Cedae, Leonardo Soares, que também participou do grupo
de discussão, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos está se aperfeiçoando
para garantir a segurança hídrica com cada vez mais excelência. Entre os
projetos está a construção da maior Estação de Tratamento de Água (ETA)
contínuo do mundo, o Novo Guandu, na Baixada Fluminense. A ETA vai produzir
mais de 12 mil litros de água por segundo.

A Cedae vai investir em água em quantidade e qualidade para a população
fluminense. E já temos os resultados dos nossos esforços: o Estado do Rio não
sofreu, como nos dois últimos verões (2020 e 2021), com a geosmina, que deixava
a água para consumo da população com forte cheiro, coloração turva e um gosto
desagradável. Com os investimentos realizados, eliminamos esse problema”,
explicou Soares.
Participantes da mesa
A mesa redonda "Saneamento e Economia Circular" foi moderada pelo
governador do Conselho Mundial de Água, Adriano Candido Stringhini. O encontro
contou com a participação também do superintendente do BNDES, Daniel Ken
Oliveira Watanabe, do presidente da Aegea, Fábio Galindo, do professor de
Direito da FGV-RJ, Gustavo Schmidt, do ex-ministro da Educação de Portugal,
Luiz Veiga da Cunha, e do mestre em Direito, Paulo Lopes Marcelo.
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