Levantamento
da Fundação Abrinq, com base em dados recentes do IBGE, mostra que 22,6% das
crianças e adolescentes entre 0 e 14 anos de idade vive em situação de extrema
pobreza. Para ajudar a mudar esta realidade, FURNAS abre inscrições para destinar
recursos aos Fundos de Defesa da Infância e Adolescência 2019.
Até 11 de novembro, os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente de todo país podem cadastrar as propostas que apoiem ações, serviços, programas ou projetos que contribuam para o fortalecimento dos direitos das crianças e dos adolescentes. Para participar da seleção basta acessar http://prosas.com.br.
Responsabilidade
Social
Como empresa socialmente responsável, FURNAS firmou ao longo dos anos inúmeros
pactos e compromissos na busca pela promoção da cidadania e do desenvolvimento
humano, sempre em linha com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Entre os principais compromissos da empresa na proteção à criança e ao
adolescente estão a Campanha Contra a Exploração Sexual de Crianças e
Adolescentes e Programa Empresa Amiga da Criança.
Números do Descaso com crianças
e adolescentes
Os dados da Abrinq fazem parte do Cenário da Criança e do Adolescente 2019. Os
piores indicadores sociais, segundo esse estudo, estão nas regiões que mais
concentram crianças e adolescentes no Brasil: Norte (41,6%), Nordeste (36,3%) e
Sudeste (29,9%). Confira abaixo outros dados contemplados no levantamento:
Mais de três milhões de domicílios estão em favelas, 16,4% das adolescentes são
mães antes dos 19 anos de idade, 2,5 milhões de crianças e adolescentes até 17
anos trabalham, 11,7 mil crianças e adolescentes foram vítimas de homicídios em
2017. 65% Das escolas no Brasil não possui quadras esportivas.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS
DIREITOS DA CRIANÇA
(Aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 20 de novembro de 1959).
Todas as crianças têm direito:
1 - A igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
2 - A especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
3 - A um nome e a uma nacionalidade.
4 - A alimentação, moradia e assistência médica adequada para a criança e a
mãe.
5 - A educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente
deficiente.
6 - A amor e a compreensão por parte dos pais e da sociedade.
7 - A educação gratuita e a lazer infantil.
8 - A ser socorrida em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
9 - A ser protegida contra o abandono e a exploração no trabalho.
10 - A crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e
justiça entre os povos.
Em 12 de outubro de 1990, entrou em vigor o Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA), marco histórico na garantia dos direitos da criança e do
adolescente no Brasil.