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Nicolás Maduro toma posse e governa Venezuela até 2025 | Jornal Em Destaque por Helio de Carvalho em INTERNACIONAL

Nicolás Maduro toma posse e governa Venezuela até 2025

União Europeia, Estados Unidos e o Grupo Lima - formado por 14 países, incluindo Brasil - ignoraram as eleições venezuelanas de 20 de maio.



Nicolás Maduro toma posse e governa Venezuela até 2025 Classificação

Postado há 7 ano(s) | Outros | INTERNACIONAL |

Helio de Carvalho

O presidente venezuelano Nicolás Maduro prestou juramento nesta quinta-feira (10) para um segundo mandato de seis anos, desafiando os Estados Unidos e grande parte da comunidade internacional, que ameaça aumentar a pressão sobre seu governo considerado ilegítimo.


“Juro em nome do povo da Venezuela (…) que não darei descanso ao meu braço nem repouso à minha alma e que cumprirei e farei cumprir todos os postulados e mandatos da Constituição”, declarou Maduro, que recebeu a faixa presidencial do presidente da Suprema Corte de Justiça (governista), em um ato que não foi assistido por nenhum representante da União Europeia (UE) ou a maioria dos países das Américas.


O juramento, segundo o presidente, foi um compromisso com o qual procura “defender a independência e a integridade absolutas da pátria, levar prosperidade social e econômica ao nosso povo e construir o socialismo do século XXI”.


A legitimidade do segundo mandato de Maduro foi questionada pela oposição venezuelana e por vários governos estrangeiros, que não reconhecem os resultados das eleições de maio do ano passado, nas quais Maduro foi reeleito com quase 70% dos votos e a maior taxa de abstenções da história democrática da Venezuela (52%).


A UE, os Estados Unidos e o Grupo Lima - formado por 14 países, incluindo Brasil - ignoraram a reeleição de Maduro nas eleições de 20 de maio, promovidas pela Assembleia Constituinte no poder e boicotadas pela oposição, que as considerou uma fraude.


Pouco antes da posse, os Estados Unidos novamente se negaram a reconhecer a legitimidade do governo Maduro e prometeram aumentar a pressão sobre o presidente venezuelano, de acordo com o assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton.









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