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Ação conjunta da Polícia Civil e da PF prende contraventor Adilsinho em Cabo Frio | Jornal Em Destaque por Helio de Carvalho em DESTAQUE

Ação conjunta da Polícia Civil e da PF prende contraventor Adilsinho em Cabo Frio

Foragido havia mais de 20 anos, foi localizado em um imóvel de alto padrão na Região dos Lagos



Ação conjunta da Polícia Civil e da PF prende contraventor Adilsinho em Cabo Frio Classificação

Postado há 8 meses | Região dos Lagos | DESTAQUE |

Helio de Carvalho

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, nesta quinta-feira (26), em ação integrada com a Polícia Federal, o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Segundo a corporação, ele é o principal investigado da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025, e estava foragido havia mais de duas décadas. A prisão foi realizada em Cabo Frio, na Região dos Lagos, em uma residência de alto padrão.

De acordo com as autoridades, o investigado era considerado foragido tanto pela Justiça Federal quanto pela Justiça Estadual. A captura, ainda segundo a Polícia Civil, foi resultado de um trabalho de inteligência com análise de dados e monitoramento conduzido no âmbito da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ), força-tarefa que reúne as duas instituições.

Essa é uma prisão de grande relevância no enfrentamento ao crime organizado. A atuação integrada da Polícia Civil e da Polícia Federal, com uso intensivo de inteligência e tecnologia, demonstra a eficiência da cooperação entre as forças de segurança”, afirmou o governador Cláudio Castro.


As investigações atribuem a Adilsinho a condição de mandante de diversos homicídios. Ele também é apontado como integrante da cúpula do jogo do bicho e investigado por participação na produção e distribuição de cigarros falsificados no estado. Ainda segundo os investigadores, há apurações sobre possível ligação com organizações armadas de atuação transnacional, associadas ao domínio territorial e à imposição de violência.

A Polícia Civil, dentro da FICCO, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado”, declarou o secretário de Estado de Polícia Civil, Felipe Curi.


Após a prisão, o contraventor foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal, no Rio de Janeiro, para os procedimentos legais. Na sequência, conforme informado, ele será transferido ao sistema prisional estadual.

A FICCO/RJ atua de forma permanente na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, com foco em ações integradas de inteligência e repressão qualificada.

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